Climate Counts 2008.

Climate Count A ONG Climate Counts acaba de listar as melhores empresas para o meio ambiente. E as piores também. Este é o segundo “ranking” elaborado pela Climate Changes, que integra 56 empresas de oito segmentos, desde acessórios e vestuário, bens de consumo até os gigantes tecnológicos do Vale do Silício.

As empresas são classificadas em 22 critérios, como por exemplo, como medem as suas emissões de carbono, em quanto reduzem as emissões de gases nocivos, como apóiam a legislação de evolução climática e qual a referências fazem aos seus esforços nesta matéria.

O Google é o líder na categoria das empresas de Internet e software, com 55 pontos de 100 possíveis, registrando uma subida de 38 pontos relativamente ao estudo de 2007.

Das cinco empresas da categoria Internet/software, a Microsoft cotou 38 pontos e o Yahoo teve 37 pontos. Entre os piores está a Amazon e a eBay com cinco pontos cada.

Na área da eletrônica, na qual constam 12 empresas, a lista é liderada pela IBM (77 pontos), a Canon (74), Toshiba (70), Sony e HP (68).

A Apple está no último lugar do segmento de eletrônica com 11 pontos, muito longe da penúltima classificada, a Nokia, que mereceu 37 pontos.

A marca esportiva Nike é líder do segmento de acessórios, com o valor mais alto de toda a listagem, com 82 pontos.

Com um dos valores mais altos de toda a listagem está à empresa Stonyfield Farm, do grupo Danone, com 78 pontos, que chega ao topo da categoria de produtos alimentares.

Além das áreas referidas, foram também avaliadas empresas dos sectores de bebidas (liderada pela Anheuser-Busch), media (General Electric), serviços alimentares (Starbucks) e produtos domésticos (Procter & Gamble).

Comparativamente com 2007, este estudo demonstrou que 84 por cento das empresas avaliadas melhorarem o seu desempenho.

No site é possível fazer o download do guia prático de bolso com todas as empresas.

Brasileiros e indianos lideram o “índice verde”.

Consumidores brasileiros e indianos lideram o “índice verde” ou Greendex elaborado pela GlobeScan para a National Geographic Society, demonstrando uma certa preocupação em seu estilo de vida.

O estudo mediu o impacto econômico dos estilos de vida de mil consumidores em 14 países em quatro áreas: habitação, transporte, alimentação e bens de consumo.
Segundo a pesquisa, os moradores de países em desenvolvimento são os mais “preocupados” com o impacto de seus estilos de vida no meio ambiente e seus hábitos de consumo refletem tais inquietações.

A maior “consciência ecológica” foi registrada no Brasil e na Índia, empatados no começo da lista com 60 pontos, seguidos de China (56,1), México (54,3), Hungria (53,2) e Rússia (52,4).

Dos consumidores de países ricos, os britânicos, alemães e australianos obtiveram 50,2 pontos; os espanhóis, 50,0 e os japoneses, 49,1.

Com 44,9 pontos, os americanos ficaram na pior colocação do Greendex, que os considerou os menos propensos a utilizar o transporte público, a bicicleta ou caminhar para seus trabalhos, além de serem os que consomem menos alimentos de produção local. Só 15% das pessoas ouvidas declararam que economizam o uso de água corrente.

É óbvio que esse estudo não levou em consideração o poder aquisitivo dos países pesquisados, um brasileiro não consome menos que um americano só tem padrões de consumo diferentes graças ao seu poder aquisitivo menor, é aquela velha história “imagine se todos os chineses resolvessem tomar coca-cola e freqüentar o mcdonalds” essa hora ta chegando.

Baixo consumo não é sinônimo de consciência ecológica

Chernobyl 22 anos.

Dia 27 de Abril fez 22 anos do acidente nuclear de Chernobyl, o maior de todos. A contaminação radioativa espalhou-se por 150.000 km2 na Bielorússia, Ucrânia e Rússia. As nuvens e o vento depositaram a radiação por milhares de quilômetros de distância. Centenas de milhares de pessoas foram evacuadas e milhões continuaram a viver em áreas perigosas para a sua saúde e vida.

Os estudos científicos mostram que as conseqüências totais do desastre podem significar 1/4 de milhão de casos de cancro e cerca de 100.000 casos de cancros fatais. No entanto, a indústria nuclear está a tentar explorar as memórias vagas do desastre e a reavivar o seu negócio perigoso. Mas mesmo 22 anos após Chernobyl a mesma mistura de incompetência, pressão econômica e política, arrogância leva a que a herança do desastre continue.

Situações perigosas, como reações nucleares descontroladas, falha nos sistemas cruciais de segurança e quase derretimento do reator, aconteceram nos últimos 10 anos no Japão, EUA, Reino Unido, Suécia, Bulgária e outros.

O recente escândalo na central de nuclear Asco, na Espanha, confirma a tendência de morte desta tecnologia. Numerosos erros e falhas nos sistemas de segurança resultaram em radiatividade libertada. Inicialmente, os gestores não reportaram o acidente à autoridade de segurança nuclear nem avisaram o público. Aliás, vários grupos de escola com crianças visitaram a central enquanto isto acontecia. Quando partículas radioativas foram encontradas em solo público, os operadores da central foram obrigados a admitir o acidente, mas, com a colaboração da autoridade de segurança estatal, a dimensão do acidente só foi revelada vários dias depois. A falha radiativa era na verdade várias centenas de vezes maiores que o pensado inicialmente, e mais de 1.000 pessoas precisavam ser vigiadas.

A indústria nuclear francesa está promovendo o seu negócio em escala mundial, mas o novo “European Pressurized Reactor” (EPR), dito ser mais seguro, mais barato e mais confiável, está a ser um fiasco na Finlândia. Pouco menos de 3 anos de ter começado a sua construção está 2 anos atrasado, com 1,5 bilhões de euros de derrapagem orçamental e afrontado com falhas em questões importantes de segurança.

A construção de um 2º EPR começou em Dezembro passado na França com garantias de que seria um projeto modelo. Mas, uma lista de problemas foi encontrada por inspetores apenas 3 meses após ter começado a sua construção.

A indústria nuclear continua na mira de acidentes, mentiras, encobrimentos e incompetências. Os novos reatores ameaçam tornar-se os Chernobyl de amanhã.

No entanto, há esperança de travar este negócio. 2 dias antes do aniversário do acidente de Chernobyl, vários bancos anunciaram que não iriam colocar o seu dinheiro na construção de reatores de risco na Eslováquia.

Fonte: Ecoblogue

Ecoogler.

Ecoogler

Consultar o oráculo agora, se tornou mais sustentável se você é preocupado com o meio ambiente taí uma alternativa.

O Google, mecanismo de busca mais usado pelos usuários na internet, criou o Ecoogler, um buscador que utiliza a tecnologia do Google e que ajuda o reflorestamento do Amazonas e a preservar os recursos naturais de água doce.

A página utiliza as mesmas ferramentas de buscas do Google, ou seja, usando Ecoogler você vai ter os mesmos resultados. Qual a diferença então? Cada pesquisa realizada no Ecoogler contribui simbolicamente no reflorestamento de uma folha. Por cada 10.000 pesquisas (folhas), o Ecoogler doa o dinheiro necessário para que se plante uma árvore no Amazonas. Isso acontece graças a uma parceria feita entre o Google e a Ong suíça Aquaverde (fundada em Genebra em 2002). A organização tem como foco a preservação das águas na região da Amazônia, que representam atualmente ¼ de toda a reserva de água doce do planeta. Além disso, eles apóiam projetos de reflorestamento atrelados ao crescimento de uma economia sustentável na região.

Se você usa o Firefox existe uma extenção Add to Search Bar 1.7 que pode adicionar o Ecoogler aos seus mecanismos de busca.